Só queria dizer o quanto fiquei enlouquecida com Sweet Chelsea, o inverno 2014 da Dress To.

Suspeito que nem tudo tenha sido divulgado ainda (tenho até medo de que divulguem mais coisas), mas já selecionei os looks que mais desejei para compartilhar com você aqui no blog! Segure-se na cadeira, hehehe!

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Morri parte 1. Chocada com a união tão perfeita entre romantismo (com seus frufrus) e clima boêmio, com boas doses étnicas! É o boho mais fofo que já vi!

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Morri parte 2 (A Ressurreição).

Que lookbook mais maravilhoso! Amei desde o cenário até os acessórios e complementos.

Porém, tenho que desabafar: se tem uma marca que me encanta e frustra ao mesmo tempo é a Dress To. Não, não porque não goste dos produtos… mas sim por achar tudo lindo muito e não poder comprar, pois não existe loja física em São Paulo. Ok, não vou reclamar muito pois existem inúmeras marcas que só possuem filiais em São Paulo e no Rio, mas acho curioso a Dress To não estar presente logo aqui.

Quer dizer, não estava presente, pois a grife o abriu sua primeira loja em terras paulistas no interior, no shopping Dom Pedro, em Campinas. Nem tudo está perdido! Não vejo a hora que a Dress To chegue à capital. Apesar de sempre vender online, não há nada que substitua a experiência de provar as peças, ainda mais quando você não está ainda acostumada àquela confecção, o que é meu caso.

Alguém aí também pirou junto comigo?

Nos posts mais recentes tenho mencionado bastante o folk, principalmente ao falar sobre o Outono/Inverno 2013. É um dos principais estilos explorados pelas marcas para a próxima temporada, inclusive pela Renner. Mas… afinal, o que é o folk?

(Imagem: Annawii)

Folk é um visual com elementos de raiz, com fortes componentes culturais e típicos de uma determinada localidade. No caso, o que é representado pela moda atual é o interior dos EUA, mas se fossemos fazer um paralelo, nosso folk traria, por exemplo, os gaúchos com suas bombachas, a bota do boiadeiro, o xadrez do caipira e o chapéu de couro do matuto nordestino.

Mas vamos ao folk da tendência, aquele que mistura o hippie, o étnico, o cigano e o country, com influência dos anos 70, jeito romântico e um certo ar místico, tudo com uma pegada bem rústica e artesanal.

(Look de Constance-Victoria)

Nos tecidos, o destaque fica para o couro “cru” e desgastado, camurça, feltro e trabalhos manuais, como o crochê e macramê. O velho e bom jeans também está dentro, é claro! Detalhes como franjas, babados, tranças, penas, chatons, bordados e desenhos tradicionais em tachas e rebites são característicos. A cartela de cores é basicamente terrosa, com marrom, bege, caramelo, ocre, amarelo, laranja e off-white, mas verde e vinho também são freqüentes. As estampas étnicas são a estrela do folk, com predominância das tribais indígenas (navajo, asteca e etc), porém culturas milenares como a indiana (paisley) e a egípcia também têm sua vez. O lado romântico é representado pelos florais, já o tradicional pelo xadrez.

(Look de Stolen from Grandma)

A modelagem é ampla e fluida, transmitindo conforto e naturalidade, para quem irá ter contato com a terra e com a natureza. Os trajes mais icônicos são as batas, saias e vestidos longos esvoaçantes, acompanhados por coletes e lenços. Os acessórios são importantíssimos, pois complementam essa aparência nativa. Abuse dos itens de “feirinha hippie” e dos chapéus (principalmente os floppy). Nos pés, botas western, rasteiras e sandálias pesadas, todas com os típicos atributos do estilo, que já foram citados no parágrafo anterior.

O segredo para usufruir do folk e obter um visual elegante e espontâneo é não exagerar! Escolha uma ou duas peças no estilo e mescle com outras básicas, que você costuma usar no dia a dia. Às vezes, só uma bolsa, um lenço ou outro acessório já pode dar o efeito desejado!

O cabelo e o make também podem ajudar nesta tarefa. O melhor é deixar os fios com uma textura bem natural e fazer penteados simples, como coques bagunçados. Na maquiagem, dourado, cobre, nude e outros tons neutros, como o marfim e marrom, só para iluminar a pele e o olhar!

Continuando com a postagem das fotos do preview da Renner, chegou a vez das bolsas e calçados (as bijoux ficarão ainda para outro post). As peças seguem basicamente os mesmos rumos e estilos apresentados nas roupas (e praticamente se misturam)!

Um pouco do barroco pode ser visto em itens rebuscados como estes. O sapato custa R$ 139,00. Simplesmente ameeeeeeei essa bolsa, sem dúvida irei comprá-la (infelizmente ela estava sem o preço)!

(R$ 199,00)

(R$ 199,00 e R$ 79,90)

O visual escuro e denso fica ainda mais evidente no gótico, com detalhes típicos como crucifixos, spikes e tachas.

Clutch inspirada na Union Jack Skull Clutch de McQueen (preço não divulgado).

Lita boots na versão Renner (R$ 199,00)!

(R$ 249,00)

(R$ 129,00)

(R$ 199,00)

O militarismo veio com tudo também nos sapatos e bolsas:

Os tão amados (e odiados) creepers têm seu destaque no Inverno 2013 da Renner, na estampa camuflada ou todo preto (ambos com spikes). O preço é R$ 149,00.

Você usaria?

A bota acima faz parte da coleção que será lançada pela marca em edição limitada, citada e explicada no post principal do preview. O preço não foi divulgado.

(R$ 109,00)

Outra vertente que marca presença é o folk, com ar artesanal, rústico e boêmio (que muitas vezes beira o country ou o clima de Velho Oeste).

Mesmo não sendo totalmente fã deste estilo, achei tudo muito encantador (talvez por trazer um sopro de doçura a uma coleção tão dark e pesada)!

Botinha Susan inspired, que também vem em preto (R$ 229,00).

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